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domingo, 7 de junho de 2009

Daquilo que julgamos ser impossível.

O pequeno principe não passa de um idiota. Idiota por ser principe, idiota por acreditar e mais idiota ainda por ter descoberto que tu te tornas responsável por tudo aquilo que cativas. E quando o que te cativa não mais te cativa depois de algum tempo? O que se deve fazer? Simplesmente esquecer? Na maioria dos casos apenas um deixa de cativar enquanto o outro continua a ser cativo. E nesse meio termo surpresas podem acontecer. Surpresas que você não sabe se é boa ou não. Surpresas que você não esperava de forma alguma, surpresa que dói, mas não dói tanto quanto você esperava que doesse. Surpresa que o tempo tratou de prevenir antes. Surpresa que se torna um sonho.
Os sonhos são para crianças, mas o que seria do mundo dos adultos sem os sonhos? Com cinco anos de idade acreditamos nele, com 30 deixamos de acreditar em sonhos e passamos a ter esperanças, o nome mudou mas a essência é a mesma. Esperança de dias melhores, esperança de que as coisas caminhem para o seu devido lugar, esperança para os que odiavam o tempo de que o tempo passe depressa para que as coisas simplesmente voltem a seu devido lugar. Esperança de acertar definitivamente, esperança de fazer uma boa escolha, esperança simplesmente de ser feliz.
"Todos temos o direito a pelo menos um desejo por ano, quando sopramos a vela do nosso aniversário. Alguns ousam a desejar de outros jeitos... com cílios... fontes... estrelas cadentes. E uma vez ou outra... um dos desejos se realizam. E depois? É tão bom quanto esperávamos? Ou deitamos no calor de nossa felicidade? Ou... lembramos que temos um lista de outros desejos esperando?
[...]
Não desejamos coisas fáceis. Desejamos coisas grandes... coisas ambiciosas... Fora do alcance. Desejamos porque queremos ajuda... e estamos assustados (com tudo que aconteceu, com a falta, com o medo,com a presença)... E talvez sabemos que pedimos demais... E ainda desejamos... porque... as vezes... eles simplesmente se realizam." Ainda desejo, ainda tenho esperança...

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