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segunda-feira, 30 de março de 2009

Sou gênio ou herético?

Hoje é um daqueles dias que você sente que algo vai acontecer, algo que pode mudar sua vida para sempre, algo muito bom. Então bate a dúvida: sou gênio ou herético? Para alguns diante de tal situação a resposta para a pergunta é: você é burro. Como se sentir herético diante de tamanha oportunidade? Então vem a resposta, nos últimos dias, passei por situações bem complicadas, onde às vezes pensei em pular pela janela e me estatelar lá em baixo (detalhe moro no térreo) nem isso conspirava a meu favor, mas foram momentos sufocantes que pensava não passar nunca, mas com o passar dos dias essa dor foi se amenizando, amenizando e isso pode ser percebido pelos próprios posts passados. Então hoje foi o dia de colocar tudo na balança: e simplesmente a dor não pesou, ou seja a dor não passou. Sei que ela continua lá, ao menos quero que ela continue lá, bem quietinha, pronta pra despertar a qualquer momento, mas não agora. O fato de querer cultivar uma dor, não se trata de ser fraco ou estar fazendo mal a si mesmo. O cultivo da dor nos traz grandes lições e as vezes fortalece a alma e corrige, nos imuniza de certas situações. Aprendi muita coisa, me fez crescer bastante, dar um salto enorme, sem precedentes e espero crescer mais ainda. Porém não me sinto preparado, forte suficiente para encarar de frente ou até mesmo via ondas, não sei qual seria minha reação, com certeza iria me fazer de forte como fiz a pouco tempo, mas no fundo iria continuar com as mãos geladas pernas bambas enfim, mas agora o sentimento está com sono e aos poucos ele vai dormindo cada vez mais profundo, mas tenha certeza estará lá, não morta apenas dormindo... zzz... bons sonhos... dorme bem.

sexta-feira, 27 de março de 2009

THAT'S WHAT FRIENDS ARE FOR

Hoje queria escrever algo bem tocante e profundo, mas não sei se consigo, vou me esforçar, estou ouvindo uma música bem bacana e acho que ela se encaixa perfeitamente, não tenho certeza mas acho que já me falaram dela, não quero fazer menções a ninguem até mesmo porque amanhã tem álcool, muito álcool, não que isso seja algo inteligente, mas às vezes faz tão bem pra alma, mas então vamos lá:

THAT'S WHAT FRIENDS ARE FOR
E eu nunca pensei que me sentiria desse jeito
E até onde eu esteja sabendo (pelo que me toca)
Eu estou alegre por ter conseguido a chance de dizer
Que realmente acredito que te amo
Ese
Eu já tiver ido embora
Bem, então feche seus olhos e tente
Sentir o jeito que fazemos hoje
E então, se você puder lembrar
Mantenha o sorriso
Mantenha o brilho
Você poderá sempre contar comigo
Com certeza
É para isso que servem os amigos
Para os bons e maus momentos
Eu estarei ao seu lado para sempre
É para isso que servem os amigos
Bem, você chegou e me abriu
E agora há muito mais que eu vejo
Eà propósito eu te agradeço
Oh, e então
Durante o tempo em que nós estivermos separados
Bem, apenas feche seus olhos e descubra
Que estas palavras saem do meu coração
E então, se você conseguir se lembrar
Continue sorrindo
Continue brilhando
Sabendo que você pode sempre contar comigo
Com toda certeza
É para isso que servem os amigos
Nos bons momentos
Nos maus momentos
Eu estarei ao seu lado para sempre
Oh, é para isso que servem os amigos
Fique sorrindo
Fique radiante
Sabendo que você pode sempre contar comigo
Com certeza
É para isso que servem os amigos
Para os bons momentos
E maus momentos
Eu estarei ao seu lado para sempre
É para isso que servem os amigos
Sorrindo
Brilhando
Sabendo que você pode sempre contar comigo
Com certeza
Pois eu te direi que é para isso que servem os amigos
Para os bons e maus momentos
Eu estarei ao seu lado para sempre
É para isso que servem os amigos
Comigo com certeza
Conte comigo com toda a certeza
Conte comigo com toda a certeza
É para isso que servem os amigos
Continue sorrindo
Continue brilhando

quinta-feira, 26 de março de 2009

Tem dias em que a saudade bate...

Às vezes por mais que queiramos o contrário, nossos sentimentos nos prega uma peça, e como se passássemos a ser por eles comandados, por mais que você diga não, não e não o seu cérebro não obedece e a região responsável pelos sentimentos toma vida própria e faz o que bem entende. O corpo humano funciona da seguinte maneira: ele sempre está aberto a novos prazeres, nunca quer repetir o mesmo prazer, entretanto o cérebro ao experimentar algo agradável ele espera passar pelo mesmo prazer novamente, e é aí que ele toma vida própria. Porque você acha que você sente vontade de comer batata frita novamente? Ou sente vontade daquele abraço bem apertado? Ou sente vontade de levar suas mãos a assanhar um monte de cabelos por aí? É tudo obra do cérebro... hunf nem pra ajudar né mesmo?
A verdade é que as vezes bate aquela saudades mesmo que você não queira, mas isso é verdade você pode até sentir saudades mas se sente tranquilo e seguro, mais tranquilo que seguro, enfim.
Não pretendo me estender muito, só queria registrar essa passagem para a publicação, agora um projeto levado a sério... até mais

terça-feira, 24 de março de 2009

Surpresaaaaaa

A surpresa nos toma... de surpresa, ela chega de repente, sem que estejamos esperando por ela, caso contrário não seria surpresa. E ela muitas vezes nos faz bem, em sua grande maioria, mas as vezes tem o dom de trazer novamente algo que considerávamos estar enterrado, ou cicatrizado. A surpresa pode despertar em nós lembranças, lembranças de um a época feliz (sem menções) ou até mesmo lembranças que não fazem muito tempo de uma época feliz manchada por um momento de extremo ódio despertado por uma ... surpresa.
O ser humano tem o dom de recordar, recordar o passado que nem é tão passado assim, por mais que queiramos que seja passado, ainda é presente, um presente passado, mas um presente. Cartas, e-mails, mensagens, ligações afinal de contas o que está acontecendo? Retomando uma fala entre o Mcchuchu e Meredith Grey: "(...) o que isso significa?" Não sei se isso quer dizer algo, mas ontem foi dia 23, o que me trouxe uma somátória de onzes, quer ver vamos aos fatos: onze meses; dia 11/03/2009, e só para completar do dia 11/03/2009 para ontem correu exatamente 11 dias, exatamente e o número onze esteve presentes em outras épocas, mas convenhamos dessa vez ele (o número) se superou, isso é covardia.
Sabe aquela música que diz "como vai vc, eu preciso saber da sua vida..." se encaixa bem aqui, não estou bem, não estou seguro, mas estou tranquilo, é certo que algumas vezes essa tranquilidade é perturbada mas nada que uma boa "parada e respirada bem funda" não resolva e assim como disse anteriormente, com o tempo as coisas vão se encaixando" ao menos dessa vez ainda não tive visões fúnebres de um casamento... tsc tsc.
Lembranças, elas são muitas, umas boas, outras ótimas, outras engraçadas, outras pitorescas e algumas patéticas e ordinárias que sinceramente prefiro não lembrar, mas tranquilamente as boas, ótimas, engraçadas e pitorescas sobressaem com uma larga vantagem. Enfim, as surpresas tem o dom de despertar um vulcão de coisas, ainda mais em mim, e convenhamos uma surpresa... sem expectativas.
p.s. mágoas... isso não me pertence e eu não as conheço (atenção ao ler esse post leia, leia de novo, agora com outros olhos)












segunda-feira, 23 de março de 2009

Tudo segue seu curso natural...

Hoje é um dia daqueles onde a inspiração não veio me visitar, mas isso não me deixa nervoso, ao menos não hoje, a biologia molecular está tomando todo meu tempo, ela a integrase e a helicase.

Mas não foi para falar delas que vim aqui.Venho falar que o tempo vai passando, feridas vão sendo curadas aos poucos, cada dia que passa se cicatriza mais um pouco... até que... vem alguem e lhe tasca o dedo e tudo volta a doer novamente, algumas pessoas sentem prazer em fazer isso... por favor parem de me ligar durante a madrugada no confidencial (sei que não é você, mas antes fosse, mas depois desse fds não queria que fosse você, sei que não é você e quero que não seja você). Aos poucos a vida vai tomando seu rumo natural, ainda não encontrei nenhum homem de lata e nem um espantalho falante, mas caso encontre mando notícias sim, não, não quero saber notícias sua, quero te esquecer plenamente primeiro, até o dia que a sua lembrança não doa mais nem um pouco.

Tomando a fala de Drumond... eita fala besta meu Deus... mas como disse a inspiração me falta hoje.

Só queria dizer que assim como tudo, minha vida também volta ao normal, e já estava com saudades de sair pra beber, pra encher a cara e não ter com o que se preocupar, de rir de alguem ou de alguma coisa ou até mesmo de nada, isso me fez muito bem. A vida volta ao normal como um trem que continua correndo pelos trilhos, a vida volta ao normal...

Depois da chuva, da tempestade sempre nasce o o sol... by Vanessa... saudade de ti filhota, volta pra facul logo.

E assim é a vida, por mais que não goste do senhor tempo, ele sempre insiste em colocar as coisas no seu lugar, se estão no chão quer vc queira quer não ele vai colocar no lugar, assim é a vida as coisas estão voltando ao seu devido lugar...

sexta-feira, 20 de março de 2009

Licença poética pedida... não sei se foi concedida mas que foi pedida isso foi


Bom, vou transcrever aqui um post que vi em outro blog, vou trancrevê-lo na íntegra. Não sei se o seu autor original o também copiou ou se é de "autoria própria do seu autor original", o que importa é que tirei uma grande lição dessa história. E falo isso sem grilo algum, primeiro porque sei que ninguém ou quase ninguém vai ler isso aqui mesmo, então posso falar o que quiser sem me importar, e caso o leiam, vão pensar uma coisa que não tem nada a ver, mas que deixem pensar o que quiserem, não é algo que vai me acrestar nada ficar preocupado com o que vão pensar que estou sentido, afnal minha vida não gira em torno de um único centro... mas vamos a transcrição, caso contrário isso se torna um post a parte rsrsrs.

De juba

O sol estava quente e minha paciencia havia se esgotado vinte passos depois da última árvore. Foi divertido encontrar alguém que compartilhava de sonhos quase tão confusos e impossíveis quanto os meus. O estranho era ver um leão, andar, sonhar e dizer que havia vindo de tão longe só por causa de promessas que havia escutado. E o mais estranho era ele falar que lhe faltava coragem.

Ele disse que acreditava naquele caminho de tijolos amarelos e que no fim dele ganharia o que sonhava. O problema era que ele não sabia o que sonhava. Mudou três vezes de planos e duas vezes de amor, só no último mês.

E por não saber o que queria, pediu coragem. Coragem para fazer o que fosse preciso. Porque o que ele realmente queria (ou achava que queria) era entrar pra historia, ficar marcado. Já que teria que morrer como todos, queria poder viver diferente. Queria ser citado em histórias e ter seu nome em ruas. Queria tudo que pudesse sonhar e não queria que uma juba o atrapalhasse.

Confesso que por alguns segundos duvidei da lucidez daquele jovem. Ele não media a conseqüência de suas palavras e as histórias que me contava pareciam histórias de uma pessoa que não se preocupava com nada. Mas não é que lhe faltava bondade, lhe sobrava impulsividade.

Eu preferi deixá-lo continuar caminhando sozinho. Me falou de um novo amor que havia surgido e da sua vontade e necessidade de buscá-lo. E eu fiquei assustado como era mesmo verdade a rapidez que ele mudava de planos.

Eu queria avisá-lo, que não era coragem que lhe faltava, era determinação. Afinal, ele estava ali, acreditando que tijolos amarelos realizavam sonhos, coragem deveria já ter. Mas eu não disse. Disse apenas para tentar me mandar noticias e caso encontrasse um homem de lata e um espantalho falante com desejos a serem feitos mandar meu abraço.

O principal era ele entender que o importante não é entrar pra história e ser conhecido por todos. Já que no fim sempre todos se esquecem. O principal é ser tão importante para uma pessoa, entrar na vida dela, para assim jamais ser esquecido.

quarta-feira, 18 de março de 2009

Amado by Vanessa da Mata

Como pode ser gostar de alguém
E esse tal alguém não ser seu
Fico desejando nós gastando o mar
Pôr-do-sol, postal, mais ninguém
Peço tanto a Deus
Pra esquecer (esse o é de fato)
Mas so de pedir me lembro
Minha linda flor (não azul)
Meu jasmim será
Meus melhores beijos serão seus
Sinto que você é ligado a mim
Sempre que estou indo, volto atrás
Estou entregue a ponto de estar sempre só
Esperando um sim ou nunca mais
É tanta graça lá fora passa
O tempo sem você
Mas pode sim
Ser sim amado e tudo acontecer
Sinto absoluto o dom de existir, não há solidão, nem pena
Nessa doação, milagres do amor
Sinto uma extensão divina
É tanta graça lá fora passa
O tempo sem você
Mas pode sim
Ser sim amado e tudo acontecer
Quero dançar com você
Dançar com você
Quero dançar com você
Estar com você.

segunda-feira, 16 de março de 2009

Três dias é o tempo que leva





Três dias é o tempo que se leva para que considerações importantes sejam feitas, considerações que fazem com que o ser humano seja humano, mas não seja burro, seja racional e sentimental na dose exata, onde nenhum sobreponha ao outro. Três dias é o tempo que se leva para descobrir que o mundo é mal (by Hebe Camargo - Os grandes sambas- 1960).
Três dias é o tempo que se leva para perceber que o seu mundo é cinza depois de uma desilusão, mas que o mundo dos que te rodeiam continua colorido e quer você queira quer não o seu mundo também acaba se tornando colorido como uma epidemia de gripe, o vírus do arco-íris te contageia, não de uma hora para outra, mas isso acontece, e para que isso comece a acontecer o tempo é... três dias.
Três dias é o tempo que leva para você descobrir que por mais falem, seus amigos são seus amigos e são eles que vão estar lá com você na hora em que seu mundo estiver cinza, eles podem não te tirar de casa mas ao menos te convidam para jogar boliche, para comer pizza ou simplesmente para ir ao cinema, eles vão estar lá, e saiba de uma coisa eles nunca (na maioria das vezes), nunca vão te trocar por outra pessoa e quando forem grossos e mal educados com você será apenas naquele instante.
Três dias é o tempo que leva para que você perceba, não adianta o quanto você cante, por mais alto que saia sua voz, a distância em algum ponto, sempre fará a sua música inaudível, e ela não chega ao seu destino esperado nem como uma suave brisa, aquela mais leve que você possa imaginar.
Três dias é o tempo que leva para você descobrir que por mais ferido que esteja, é preciso continuar a caminhar, mesmo que sem rumo, mesmo que sem destino, continuar parado esperado que as coisas se ajeitem é continuar a acreditar que as coisas são complicadas, é negar tudo que você aprendeu e ter a certeza depois de um tempo que agiu como um burro.
Três dias é o tempo que você leva para descobrir que, não importa quem mexeu no seu queijo, ele não está mais lá e você precisa aceitar a mudança e correr atrás de queijo novo.
Três dias é o tempo que leva para você descobrir, que as coisas podem sim se resolver, não agora, não hoje, nem amanhã, mas daqui três, cinco dez ou vinte anos, enfim o terreno do "nunca mais" é tão incerto para que seja habitado, atenção NUNCA diga nunca, e isso acontece na hora e do jeito que menos se espera.
Três dias é o tempo que leva para você descobrir que não importa o quanto você busque morfina, o que você sente vai continuar lá, latente e imponente frente a tudo, menos ao tempo, aquele que insiste em me perseguir, mas que é sábio e que tudo cura.
Três dias é o tempo que leva para que você volte a ouvir músicas que antes te remetia a momentos felizese que agora se tornaram cinzas, mas você vê que são apenas músicas, e que muitas dizem muitas coisas sobre você e outras dizem sobre outras pessoas e outras sobre outras coisas e outras sobre outros lugares enfim, mas são apenas músicas que ao longo do tempo serão apenas músicas.
Depois de três dias você percebe que por mais que você espere o telefone não vai tocar, e acreditem não toca mesmo, nem que você espere e espere e espere...
E três dias é o tempo que leva para que você va retomando tudo que deixou para tráz ao longo do tempo, é o tempo que leva para que você resolva fazer aquela viagem que tinha adiado os planos que tinha substituído ou até aquelas loucuras que só fazemos quando estamos em um momento de puro êxtase.

Três dias é o tempo que leva para que você peceba que o tempo vai passar e que você pode ter carinho pelas pessoas, mesmo que elas nunca se lembrem de você, e que você também não precisa lembrar delas, e que por algum motivo se você lembrar o carinho estará lá, basta que você se lembre, e você aprende que cold water, não precisa ser necessariamente fria água, pois a água se esquenta até o dia que evapora sem deixar nenhum vestígio e quando você menos espera ela aparece em forma de chuva, mas noutro lugar, é possivel que você esteja nesse outro lugar, mas caso isso ocorra você terá o seu guarda-chuva...
E uma coisa que não leva três dias, pode demorar meses ou apenas segundos mas você percebe que muitas coisas ditas aos olhos dos outros podem parecer fichinha, mas para você faz uma tamanha diferença, e que você continua sendo o mesmo com uma diferença: tudo que você aprendeu faz de você um ser humano maior e melhor, e isso ninguém, absolutamente ninguém tira de você, pois essa é a sua essência...
P.S. você aprende ao longo de um tempo que não adianta disputar a atenção de ninguém,você não precisa passar por isso, e você simplesmente deixa coisas desse tipo para tráz e passa a andar atráz, pois é lá que você vai ver o tamanho da atenção que te darão e não adianta cara feia ou emburrada durante horas, as coisas são simplesmente diferente... surrounds me now...or am i lost?

domingo, 15 de março de 2009

No brejo das almas... onde mora a saudade...

Licença poética concedida por Drumond

Fui em busca de vãs utopias
Lutei contra moinhos de vento
Dei murrors em pontas de faca

Quis reter o ultimo raio de sol
Do poente...
E a ultima gota de água
Da chuva...

Guardei vaga-lumes brilhantes
Em redomas translúcidas...
Guardei os girinos do rio
Em aquários de vidro...

Enchi vidros de água
Com giz colorido.
Quis reter suas cores...
Acreditei... que não desbotariam.

Desbotam...

As águas...
As roupas no varal...
As aquarelas...
Desbotam os olhos... e as fotografias...

Não venci os moinhos de vento...
Tenho as mãos machucadas
Das pontas de faca....

O sol não me deu o seu ultimo raio...
E a chuva negou-me sua ultima gota...

Vaga-lumes não fizeram brilhar
Minha lanterna mágica...
E os girinos do rio não se tornaram
Peixes coloridos...

Viraram sapos!

Que inda hoje coaxam
No brejo das almas...
Onde mora a saudade...

sexta-feira, 13 de março de 2009

A história de Chico

Bom, a história abaixo me foi enviada por um amigo que passou por algo semelhante, e estou postando a mesma aqui vai que alguém esteje também vivendo algo parecido, isso pode ser uma boa ajuda, espero que gostem, é um poquinho grande mas vale muito a pena ler.
A história de Chico
Em uma terra muito distante existia um menino chamado Chico, ele era um cara digamos "gente boa" ou "boa gente" como o quiserem. Em outra terra não muito distante dali morava um outro menino chamado Chico, ele era um cara "gente boa" ou "boa gente" como o quiserem.
Em certa ocasião a vida de Chico se uniu a vida de Chico, os dois se encontraram e acreditem foi um momento singular. Singular sim, ao menos para Chico, entretanto ao mesmo tempo que foi singular foi também normal. Desse dia em diante Chico passou a conhecer Chico cada dia um pouquinho mais, o único erro de Chico foi se mostrar inteiramente para Chico.
Mas a história continua, depois do primeiro encontro a euforia de Chico estava normal, e a euforia de Chico estava a mil. Então Chico passou a encontrar com Chico e um belo sentimento começou a crescer dentro de Chico. A primeira taça de vinho, ainda se encontra no paladar de Chico, assim também como as tantas e tantas fritas.
Na primeira visita de Chico que ocorreu para estender o papo com Chico, houve o primeiro encontro de palavras, onde Chico disse para Chico alguma coisa em seus próprios lábios e acredite esse "encontro de palavras" ainda vive em algumas lembranças...
Depois desse "primeiro encontro" outros vieram, cada qual com sua singularidade, a euforia de Chico que estava em zero começara a crescer e a de Chico continuava a mil. E o tempo passou entre telefonemas e encontros
Chegou a vez de Chico usar máscaras, e Chico não gostou, não gostou de saber que Chico teria contato com outras pessoas que não se chamavam Chico, mas Chico guardou pra si, e Chico como que lendo pensamentos descobriu e falou que esse risco não existia, e foi nesse momento que Chico viu que Chico era livre, que era sociável e não uma propriedade privada adquirida em meio virtual. Saber que esse risco não existia tranquilizou Chico (mas nem por isso Chico gostou da máscara) e a partir daí Chico se sentiu seguro para poder confiar em Chico.
Chico sempre falava de seus amigos para Chico, e Chico possuia também amigos em comum com Chico, e Chico saiu mais uma vez com Chico, dessa vez em companhia de amigos, foi um encontro superagradável e a noite foi mágica, Chico deu um banho de vinho em Chico, mas Chico não se importou, pelo contrário Chico riu junto. E Chico brincou do jogo da memória com Chico e Chico ganhou vivo e Chico também ganhou vivo, e Chico foi embora com Chico e Chico passou a noite com Chico... estava frio, muito frio, mas Chico aqueceu Chico.
No dia seguinte Chico passou o dia na cama com Chico, ele pensou que podia viver de amor com Chico, mas horas depois a fome o lembrou que isso não era possível. Então em determinado momento, por um fatídico e hilário acidente Chico deu uma cutuvelada no olho de Chico. E Chico se preocupou e cuidou de Chico, ali, naquele instante Chico viu que a sua empolgação já havia passado de mil e que algo estranho, novo, estava nascendo a partir de uma cutuvelada.
Então Chico foi embora, mas a história continuou por telefonemas, e-mails e msn.
Chico fez uma surpresa pára Chico, Chico veio visitar Chico e lhe trouxe algo que cheirava bem, muito bem, e Chico surpreendeu Chico com Quinquinha e bombons. A noite de Chico mais uma vez foi ótima.
Um dia Chico ficou chateado com Chico, Chico provou o significado da palavra ciumes, ao ver que Chico conversava com outras pessoas com segundas intenções, e Chico escondeu isso de Chico, e Chico tentou conversar com Chico, mas Chico não quis conversar. E Chico jurou nunca mais querer ver Chico.
Os amigos de Chico o quiseram ajudar com uma festa, mas Chico pensava em Chico e na madrugada a dentro sobre efeito de álcool Chico ligou para Chico, a partir daí Chico voltou a falar com Chico, mas um impasse existia.
15 dias de muita conversa, Chico veio ver Chico com uma surpresa, Chico não usaria mais o meio virtual para conhecer outras pessoas e Chico ficou tão feliz que chegava a ofuscar o sol nascente.
E Chico passou a fazer planos para viver com Chico, planos esses nunca revelados, mas muitos planos feitos. Chico esperava o momento, a hora certa para falar tais planos. Planos de nunca mais se separarem, de ficarem juntos dia após dia, planos de conceberem novos cinco Chicos, mas até então planos...
E Chico convidou Chico para conhecer seu mundo e Chico foi radiante, tudo conspirava a seu favor e Chico estava muito feliz, Chico também estava muito feliz, empolgação total. E Chico ficou com Chico durante mais três dias. E Chico viu que o mundo de Chico era fantástico, e Chico viu que estava amando Chico.
Depois Chico convidou Chico para viajar e Chico viajou com Chico e conheceu mais uma extensão de Chico, meio doidinha, mas mesmo assim tão fantástica quanto Chico. Nesse instante Chico estava em êxtase. Um dia Chico foi jantar com Chico, e foi o jantar mais especial da vida de Chico e Chico poderia falar de seus planos para Chico, mas Chico não falou... e na volta da viagem, de volta ao mundo de Chico, Chico abraçou Chico, e Chico quiz que por um instante todo o mundo parasse naquele abraço, mas o mundo não parou.
Na próxima vinda de Chico, Chico descobriu que Chico não se resumia em Chico, ainda existia mais um personagem, um moço, e aí novamente Chico sentiu o amargo sabor do ciúmes, mas Chico novamente se calou, para não estragar tudo.
Então Chico viajou, e Chico ficou feliz pelas férias de Chico. Mas Chico não ligou. Em um dia que Chico estava muito nervoso, Chico ligou, e Chico descontou sua raiva em Chico, e Chico disse que estava com saudades de Chico e Chico se arrependeu do que fez.
Chico estava com saudades de Chico, então Chico chegou das férias e ficou com Chico e Chico ficou novamente feliz e Chico pode entregar seu presente de aniversário atrasado para Chico. Chico brincou com Chico, Chico, o Chico, Chicoo... e Chico riu.
E Chico voltou para visitar o mundo de Chico, e Chico foi pra água, Chico disse que iria mais tarde e não foi. Chico ficou com raiva, Chico foi pro chuveiro e Chico chamou Chico e Chico não foi, Chico disse que tinha feito tudo pra Chico, e Chico se arrependeu e foi.
Chico sempre dormia com o braço sobre Chico, era uma forma de dizer "pode dormir, vou estar a noite inteira com você, do seu lado", mas Chico nunca disse isso com palavras e nem precisava...
Um dia Chico descobriu que o moço esteve com Chico, e Chico ficou triste, mas Chico disse que não tinha nada a ver, e mais uma vez Chico confiou.
Essa era a primeira vez que Chico ficava tanto tempo com uma pessoa e Chico dormiu feliz apenas por estar com uma pessoa.
O fim de ano chegou e Chico passou o reveillon com Chico, foi muito engraçado, antes cerveja, na hora champagne e depois diversas estripulias... Chico abraçou Chico e Chico beijou Chico. No dia seguinte no almoço Chico chamou o raul...
E Chico foi embora, e Chico disse que iria esperar Chico.
O aniversário de Chico chegou, mas Chico não lembrou e não foi lembrado, mas Chico não ficou com raiva e nem chateado, Chico mesmo lembrou Chico e fez questão de ouvir os parabéns de Chico.
Os amigos de Chico iriam comemorar a data, e Chico convidou Chico, era a primeira vez que Chico conheceria os amigos de Chico, Chico ficou indeciso em aceitar o convite e Chico ficou apreensivo com a situação, mas Chico foi e conheceu todo mundo, até mais que o previsto. Mas nem tudo saiu como o esperado e Chico não contou para Chico. Chico foi embora com Chico e a noite transcorreu normal e Chico foi embora... e não ligou mais para Chico... e Chico ficou com medo.
Chico disse para que Chico que precisava por as idéias no lugar mas Chico não entendeu, três dias depois Chico explicou para Chico o que aconteceu e Chico chorou e se sentiu mal por dentro, a partir daí Chico viu que Chico não era mais o mesmo, algo havia mudado. Chico estava distante, não telefonava mais assiduamente e Chico sentiu medo de perder Chico. Chico não soube administrar a situação e Chico disse que amava Chico e Chico disse que era complicado.
Chico sentiu que algo não estava bem, pensou no moço mas não comentou nada com Chico. Chico desabafou, disse tudo que sentia e Chico pediu um tempo para por as coisas em ordem e Chico chorou amargamente.
Chico apagou os meios de comunicação com Chico, mas tudo estava guardado em sua memória. De alguma forma voltou para o lado de Chico, mas aindea com uma certa distÂncia.
Em uma manhã Chico escrevia para Chico e descobriu que o moço ainda amava Chico d+++.
E Chico ficou com raiva. E Chico brigou com Chico. E Chico foi frio e grosso com Chico. E Chico desligou. E Chico ligou mas Chico estava ocupado. E Chico mandou mensagem. E Chico ligou e Chico atendeu. E Chico perguntou se Chico estava calmo. Chico estava calmo. E Chico pediu pra Chico apagar todos os meios de comunicação. E Chico rompeu com Chico. E Chico apagou. Mas Chico não chorou.
Chico descobriu que nunca teve algo profundo com Chico e se viu perdido sem saber o que fazer ou onde desabafar, e Chico encontrou um amigo e Chico desabafou. E o amigo acalmou Chico.
Chico não sabe o que vai acontecer, se vai encontrar novamente com Chico ou se nunca mais o verá. O tempo vai passar e Chico encontrará outra pessoa, talvez Chico também encontre, mas sabe que não será tão profundo como foi com Chico. Chico não sabe se Chico lembra dessa história, mas Chico ainda é empolgado com Chico.
Mãos frias, pés gelados, respiração ofegante, Chico sentia tudo isso.
Chico não sabe se Chico vai ler vessa história, mas Chico sabe que só falta Chico descobrir que não é complicado.
Chico está tranquilo, chateado mas tranquilo. Essa é a história de Chico, pode ser quae ainda não tenha acabado, mas essa é a história de Chico, não com final feliz, Chico nunca teve final feliz mas esta é a sua história...
Agora Chico sabe o que quer dizer cold, cold water...


Profundo né gente, quase chorei quando terminei de ler, mas ler coisas assim ajuda bastante, até a próxima...

quinta-feira, 12 de março de 2009

Agora sim, mais do que nunca "pode ser que nada aconteça, nem hoje nem algum dia."

Lá lá lá lá la

Bom agora vou retornar falando um pouquinho através de músicas, muitas delas que tenho escutado bastante nesses últimos dias. Se bem que agora a falta de inspiração, a preguiça e o desânimo estão me fazendo uma visita, mais um motivo pra eu postar uma música:
O sol já foi embora, e o agito da rua chegou
É mais uma noite de festa
Luminosa como sempre, agito da Bahia
Lembrando o vaga-lume lá no meio da floresta
Nossa paixão é fogo, papai já lhe chamou
Não saia de minissaia que o bicho já pegou
Tomar mais um golinho não vai resolver
Do jeito que ela bebe ela vai querer
Abre a clareira que ela vai sambar
É samba com galope da Bahia ia ia (2x)
Simbora ê, Simbora ô
lelelele ôo
Simbora ê, Simbora lá
lelelele aa
(by Asa de águia)


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terça-feira, 10 de março de 2009

Me olha, me olha de novo, agora com outros olhos

James Blunt é um grande cantor melancólico, em suas letras ele transparece claramente isso, é basicamente a mesma linha seguida por Damien Rice, e por incrível que pareça é a mesma linha que Ellen Pompeo interpreta Meredith em Greys Anatomy. Falar isso se remete ao post passado, quando quis de alguma forma falar de uma música que estava ouvindo que próvem de uma "geração melancólica" (não que eu o seja ou esteja nesse momento e no momento do post anterior) e que estava curtindo naquele exato momento, que era um momento de paz comigo mesmo e ouvindo uma música qualquer que poderia ser qualquer uma desde Renata Arruda passando por Cláudia Leitte/ Maria Rita e caindo em Damien Rice, logo depois foi a vez de James Blunt (essa é a sequencia do windows media player).
Associando agora uma frase de Clarice Lispector que gosto também, talvez pela expressão da melancolia em seus textos (soco no estômago, comunidade do orkut que lembro), tomando por um instante suas célebres palavras: "as palavras não nos pertencem, nós sim pertencemos a elas, elas simplesmente fluem".
Atacar as pessoas não é do feitio de poetas (grande pretensão a minha de ter escrito apenas um poema e diga-se de passagem de autoria própria e querer ser assim denominado), não quis "detonar" ninguém, talvez relendo agora o post anterior, sim tenha falado bastante de alguém, mas não com o intuito de falar mal, muito pelo contrário falo super bem, relembrei tantos momentos bons, a parte do cold water foi simplesmente uma música que me remete a um dia na hora do almoço um corpo estirado no chão junto a cama ouvindo Damien Rice, ou então a uma primeira conversa pelo msn. Cold water pode até significar fria água, mas na verdade na minha lembrança, na minha memória quer dizer fresca, água fresca e não é no sentido de fresca da palavra mas sim no sentido de gostosa água, gostosa lembrança.
Milk shake, bombons e chocolates estão presentes em Antes do por do sol, e meu braço sobre seu corpo em uma manhã de segunda feira que insiste em avançar está presente eu meu poema que já considero como um clássico da lingua melancólica. Agora me olha, me leie de novo com outros olhos, e veja que pode até fazer mensões a algumas pessoas, mas não com o intuito de "detonar", muito pelo contrário,tem o intuito de falar vem logo pra cá, me olha, me olha de novo, mas agora com outros olhos.

segunda-feira, 9 de março de 2009

O sorriso por traz da melancolia estampada em nossa cara, ou até mesmo em todas as caras

Cold water, alguém com certeza já lhe disse isso algum dia, cold water, talvez não com essas palavras, mas alguém com certeza já lhe disse cold water, quando você menos precisava ouvir, cold water, ou até quando você mais precisava ouvir, mais com certeza alguém já lhe disse cold water.
Algumas das pessoas que nos rodeiam, as vezes desejamos nunca ter conhecido, não porque essa pessoa é má, ou chata, ou até mesmo feiosa ou cabeçuda, ou só ande com os cabelos bagunçado e quando você encontra com essa pessoa você faz questão de bagunçar o seu cabelo. Ao sair do banho você está lá, para lhe afagar os cabelos e acabar bagunçando, até que essa pessoa desiste e passe a andar com o cabelo bagunçado, cold, cold water.
Algumas das pessoas mais interessantes que já conheci, desejei por um momento nunca ter conhecido, não por essa pessoa ser cabeçuda, ou ser feiosa, mas pelo simples simples fato de ser insensível e pessimista, até que o dia que você promete pra você mesmo que vai fazer dessa pessoa um ser totalmente otimista, que acredite em você de olhos fechados, que espere em você ou até mesmo que não espere nada de você, a não ser você... cold water.
Cold water, queria nunca ter te conhecido, não porque você me faz mal, ou porque consiga, simplesmente porque agora me vejo perdido em um mar de fria, fria água e não encontro sua mão para me agarrar a ela e ouvir você, sua voz perguntando se eu consigo entender o quanto você gosta de mim, cold water, cold, cold water
col cold water surrounds me now
and all i've got is your hand
lord can you hear me now?
or am i lost?
no one's daughter allow me that
and I can't let go of your hand
lord, can you hear me now
or am i lost?
don't you know i love you
and I always have
hallelujah
will you come with me?
cold cold water surrounds me now
and all i've got is your hand
lord... can you hear me?
or am i lost?

sexta-feira, 6 de março de 2009

Saudades de "morder como quem beija"...


Sem muito o que dizer, essas coisas não dizemos porque queremos simplesmente sentimos, e como bom conselho, nada de guardar e sim externar os sentimentos. Hoje até que está sendo um dia bem agradável, pra fechar muito bem só falta... bem falta alguma coisa que sei muito bem o que mas que não estou afim de falar e não tem nada a ver com mente poluída rsrsrs.
Como seres humanos, sempre vamos sentir falta de algo, mesmo que tenhamos tudo, sempre vamos querer mais, talvez mais alcool, mais adrenalina e até mais dopamina, o que sempre vamos querer é mais e mais de alguma coisa. No meu caso o que sempre quero mais é ,um pouco de ocitocina, ou melhor um turbilhão de ocitocina, mas não qualquer uma, quero sempre de uma que geralmente sempre acaba pela segunda de manhã (ninguém merece além de ser segunda ainda é pela manhã). Continuo cantando até que você chegue, e me traga muita ocitocina.
Boa dependencia química a todos pela ocitocina.

quinta-feira, 5 de março de 2009

Saudades


Ainda não é hora de falar, mas ela está presente. Não sei se é como uma boa companhia ou como aliada do tempo, mas está presente, e como está...

Hoje vou falar através de uma música, e não quer dizer que estou assim apenas achei a letra bem apropriada, então vamos de Paula Toller, Nada por mim:


Você me tem fácil demais

E não parece capaz

De cuidar do que possui

Você sorriu e me propôs

Que eu te deixasse em paz

Me disse vai, e eu não fui

Não faça assim

Não faça nada por mim

Não vá pensando que eu sou seu

Você me diz o que fazer

Mas não procura entender

Que eu faço só pra te agradar

Me diz até o que vestir

Com quem andar e aonde ir

E não me pede pra voltar


É isso aí, grande canção da Paulinha, e hoje é dia de Greys anatomy, a depressiva e mal resolvida Meredith... então até mais

quarta-feira, 4 de março de 2009

A calmaria sempre chega depois de uma tempestade turbulenta, e o mar se vê tranquilo e sereno...



Depois de toda tempestade o sol SEMPRE nasce novamente, e isso nos torna mais fortes. Estava lendo um texto que dizia mais ou menos assim: todo sofrimento tem um propósito, o de fazer o ser humano mais forte, e todo sofrimento só é valido quando você retira alguam coisa dele, quando você aprende com ele a ser mais forte. O sofrimento é para alma, assim como os exercícios são para os músculos.


Achei tudo isso bem legal, porque de fato é isso que ocorre, e mesmo que as coisas não acabe como nós gostaríamos, como forma de alento o sol vai estar lá, nascendo novamente e anunciando mais um dia, onde a vida tomará seu curso natural, e querendo ou não lhe mostrará, que você não deve ficar parado, apático, caído no chão. A melhor coisa é, levantar, sacudir a poeira e seguir adiante.


Seguir adiante, é algo que a nprincípio parece ser muito difícil e doloroso, mas é a melhor coisa a se fazer, a RE-busca da auto-estima e do amor próprio é o primeiro passo para voltar a cruel rotina de homens e homens..., mas o simples fato de seguir em frente é o que os deprimidos e mal resolvidos (by Meredth Grey) fazem, com a certeza de que algo novo vai acontecer, e aí sim tudo saí do jeito que você esperou.


Ser forte não quer dizer ganhar todas sempre, ser forte é enfrentar a tudo com dignidade e ao chegar ao fim saber ganhar ou perder com "classe e estilo" (by Rafa Japa). A tempo atráz certa situação afligi-me bastante, e creio que a coisa mais acertada a se fazer foi sempre procurar manter o equilíbrio, mesmo que para isso, as vezes tenha sido necessário tirar força do... sei lá, como diz Ana Carolina "você já chupou meu pau", pasmem, mas tem uma música que ela diz isso, se não me engano é a primeira do dvd da MTV.


Como primeiro desafio de porte da graduação, tenho a missão de escrever um artigo científico e publicá-lo em uma revista, o tema escolhido foi HIV, o título é: Revisão bibliográfica: estratégias de combate e novas técnicas contra o HIV. Uma tarefa que com certeza será árdua mas que vou fazer de tudo para chegar ao fim com dignidade, se conseguir publicar ótimo, se não tentarei de novo, e de novo, e de novo, e de novo...


Passar por certas fases onde existe um equilibrio é muito bom e serve também para fortalecer o espírito, ser mimado, paparicado como a descoberta de um amor em potencial, não há sensação melhor, e tudo isso é muito válido, quando depois de um certo tempo você volta a experimentar o mesmo sentimento, com a mesma pessoa, é como um deja vu, que você sabe onde tudo de bom vai acontecer. E isso não é voltar atráz, ou regredir é simplesmente um alento depois da turbulosa tempestade, onde o sol sempre vai nascer novamente...


P.S. o sol nasceu novamente, como uma forma de deja vu tão agradável, que não permitirei que nada se esfumace ou acabe gradualmente pela ação do senhor tempo, que tanto insiste em perseguir-me.