Existe uma coisa que sentimos de vez em quando, essa coisa que te deixa assim... meio abobalhado. E não é nada disso de que você está pensando, não estou falando de amor ou de paixão ou de coisas do genero.
Alguns dizem que isso é gostoso, outros dizem que dói... sou a favor dos que dizem que dói.
Realize a situação: é quarta feira e você está feliz, claro pq não estaria? Você está com seus amigos (todos diga-se de passagem), você tem ácool, você tem pastel, você tem a famosa "asinha", você assiste a Lady J. ao vivo e você ri muito, mas muito mesmo. Então você olha para todos os lados pra se certificar de que alguém está rindo também, mas então a ficha cai e lá estão apenas vocês.
Essa coisa não quer dizer quase nada, mas diz muito em um nada. Tá posso estar divagando ou posso não estar parecendo comigo mesmo (será? Me olhe, me olhe de novo, agora com outros olhos), mas o nada também diz coisas. O nada não faz promessas, o nada não faz cobranças, o nada não liga nem retorna. O que o nada faz? O nada vive o momento, e aquele momento, naquele dia o nada queria viver.
Mas o assunto é sobre essa coisa que a gente sente em determinado momento, essa coisa que eu ainda não disse o nome e nem vou dizer (e você achando que esse papo não era meu). Mas essa coisa tem 8 letras e começa com S, e quando acontece...
''No final das contas, há algumas coisas que não dá para evitar de comentar. Algumas coisas que a gente não quer ouvir e algumas coisas que a gente fala porque não dá para segurar mais. Algumas coisas são mais do que você diz, elas são o que você faz. Algumas coisas você fala porque não há outra opção. Algumas coisas você guarda pra você mesmo. E, não raro, às vezes algumas coisas falam por si só.''
quinta-feira, 29 de julho de 2010
quarta-feira, 28 de julho de 2010
Quem não tem colírio usa óculos escuros (Lei do retorno)
Quem semeia vento, colhe tempestade - já diziam nossos antepassados.
É de nossa natureza julgar as pessoas ao nosso redor. Nós julgamos a maneira que estranhos se vestem, a maneira que nossos vizinhos cuidam de seus jardins e a maneira que nossos amigos agem em público. Sim, nós fazemos esses julgamentos o tempo todo, nunca pensando que um dia aqueles a serem julgados... serão nós mesmos. Sim, é de nossa natureza julgar as pessoas ao nosso redor. E também é de nossa natureza... Culpar os outros por nossos erros.
É de nossa natureza julgar as pessoas ao nosso redor. Se elas ignoram nossos desejos, acreditamos que sejam desrespeitosas. Se elas não vigiam suas crianças, concluimos que não servem como pais. Se as pegamos traindo, assumimos saber seus motivos. Mas o que acontece quando finalmente paramos um momento para julgarmos nossas próprias vidas? Pode ser doloroso se afastar e ver o que temos feito. E mais doloroso ainda percebermos que não temos intenção alguma de parar.
É de nossa natureza julgar as pessoas ao nosso redor. Nós julgamos a maneira que estranhos se vestem, a maneira que nossos vizinhos cuidam de seus jardins e a maneira que nossos amigos agem em público. Sim, nós fazemos esses julgamentos o tempo todo, nunca pensando que um dia aqueles a serem julgados... serão nós mesmos. Sim, é de nossa natureza julgar as pessoas ao nosso redor. E também é de nossa natureza... Culpar os outros por nossos erros.
É de nossa natureza julgar as pessoas ao nosso redor. Se elas ignoram nossos desejos, acreditamos que sejam desrespeitosas. Se elas não vigiam suas crianças, concluimos que não servem como pais. Se as pegamos traindo, assumimos saber seus motivos. Mas o que acontece quando finalmente paramos um momento para julgarmos nossas próprias vidas? Pode ser doloroso se afastar e ver o que temos feito. E mais doloroso ainda percebermos que não temos intenção alguma de parar.
terça-feira, 27 de julho de 2010
Bang
Este deveria ter sido um dia comum para mim. Planejei fazer um strudel para a família, dar um banho no cachorro e regar minhas violetas africanas ( e eu tenho violetas africanas?). Sim, planejei fazer todos os tipos de coisas que eu realmente achava que importava. Mas naquela manhã, alguém que não era amigo, me disse coisas que eu não deveria ouvir. Daquele momento em diante, senti... que nada realmente importava mais. Sim, planejei tudo como se fosse um dia normal... Mas como todos sabem ... Planos mudam.
sexta-feira, 23 de julho de 2010
Dias perfeitos

Você nunca sabe qual será o dia mais importante de sua vida. Os dias que você pensa que serão os mais importantes nunca são tão importantes quanto você os imagina. São os dias normais... os que começam normalmente... Aqueles que acabam se tornando os mais importantes. E em um desses dias eu conheci... e foi fantástico.
Em um cenário nada convencional repleto de coisas banais aconteceu algo tão sublime que chega a ser uma filosofia. Seria como unir a razão e o coração... se é que isso é possível. Razão e coração... talvez o coração sonhasse isso, mas não a razão, afinal de contas razão é razão.
Você não reconhece o dia mais importante de sua vida. Não até que você esteja bem no meio dele. O dia em que você se compromete com algo ou alguém... o dia que partem seu coração... o dia em que você simplesmente conhece alguém (mesmo que você ja conhecesse)... o dia em que você percebe que não há tempo suficiente porque você quer viver para sempre. Esses são os dias mais importantes... os dias perfeitos.

terça-feira, 20 de julho de 2010
Olhos, espelho da alma.
Vejo barcos, vejo flores
Vejo fotos, vejo momentos
Vejo amigos, vejo o passado
Me falam de árvores, de ciência
Me falam de descobertas, me falam do novo
Me falam do antigo, me falam do passado
Observo o jeito das pessoas, o jeito dos animais
O jeito da vida, o jeito da morte
Observo o estilo do mundo, o estilo do nada
Sinto medo, extase
Sinto paixão, tesão
Sinto complexo de Deus, sinto o vazio de tudo
Vejo barcos, vejo flores
Vejo fotos, vejo momentos
Vejo amigos, vejo o passado
Vejo lembranças, vejo consolo
Vejo o tempo que passa, vejo a esperança que se acaba
Vejo a mudança que não chega e vejo o telefone que não toca
Vejo tudo acontecer sem nada fazer, vejo tudo acontecer sem nada compreender
Mas tudo que vejo, ouço, observo, sinto e VEJO nada tem graça
Porque você não vê, ouve, observa, sente ou VÊ.
Vejo fotos, vejo momentos
Vejo amigos, vejo o passado
Me falam de árvores, de ciência
Me falam de descobertas, me falam do novo
Me falam do antigo, me falam do passado
Observo o jeito das pessoas, o jeito dos animais
O jeito da vida, o jeito da morte
Observo o estilo do mundo, o estilo do nada
Sinto medo, extase
Sinto paixão, tesão
Sinto complexo de Deus, sinto o vazio de tudo
Vejo barcos, vejo flores
Vejo fotos, vejo momentos
Vejo amigos, vejo o passado
Vejo lembranças, vejo consolo
Vejo o tempo que passa, vejo a esperança que se acaba
Vejo a mudança que não chega e vejo o telefone que não toca
Vejo tudo acontecer sem nada fazer, vejo tudo acontecer sem nada compreender
Mas tudo que vejo, ouço, observo, sinto e VEJO nada tem graça
Porque você não vê, ouve, observa, sente ou VÊ.
sexta-feira, 16 de julho de 2010
Conversa de sexta feira
_ Eu deveria tomar um remédio para dormir.
_ Não, não faça isso. Vai ter uma rebordosa e virar um pesadelo ginasial. Vamos só dormir, e aí você vai dormir.
_ Não consigo parar Cristina. Não consigo parar de transar com o Derek. E não é so o sexo. Não... se trata do sexo. É o momento logo depois. Quando o mundo pára. Eu me sintia tão seguro. Tão seguro. Não estava pronto para abrir mão disso. Isso faz de mim uma pessoa, triste, fraco e patético?
_Um pouco.
_O que devo fazer?
_Não sei
_ Não, não faça isso. Vai ter uma rebordosa e virar um pesadelo ginasial. Vamos só dormir, e aí você vai dormir.
_ Não consigo parar Cristina. Não consigo parar de transar com o Derek. E não é so o sexo. Não... se trata do sexo. É o momento logo depois. Quando o mundo pára. Eu me sintia tão seguro. Tão seguro. Não estava pronto para abrir mão disso. Isso faz de mim uma pessoa, triste, fraco e patético?
_Um pouco.
_O que devo fazer?
_Não sei
quarta-feira, 7 de julho de 2010
Codnome Beija-flor
Pra que mentir
Fingir que perdoou
Tentar ficar amigos sem rancor
A emoção acabou
Que coincidência é o amor
A nossa música nunca mais tocou
Pra que usar de tanta educação
Pra que usar de tanta educação
Pra destilar terceiras intenções
Desperdiçando o meu mel
Devagarinho, flor em flor
Entre os meus inimigos, beija-flor
Eu protegi teu nome por amor
Eu protegi teu nome por amor
Em um codinome, Beija-flor
Não responda nunca, meu amor (nunca)
Pra qualquer um na rua, Beija-flor
Que só eu que podia
Dentro da tua orelha fria
Dizer segredos de liquidificador
Você sonhava acordada
Um jeito de não sentir dor
Prendia o choro e aguava o bom do amor
Prendia o choro e aguava o bom do amor.

segunda-feira, 5 de julho de 2010
Que coco.
Se lembra de quando era pequeno e sua maior preocupação era, tipo, se você ia ganhar uma bicicleta de aniversário ou se ia ter biscoito no café da manhã? Ser adulto? Total superestimado! É sério, não se engane por aqueles lindos carros, ótimo sexo e a falta dos seus pais te dizendo o que fazer. Ser adulto significa ser responsável. Responsabilidade é realmente uma merda. De verdade mesmo. Adultos têm que estar em certos locais e têm que ganhar a vida para pagar o aluguel. E se você estiver treinando para ser biólogo, pra salvar a vida de zilhões de pessoas em uma única pesquisa, hein? Isso que é responsabilidade. Meio que faz bicicletas e biscoitos parecem bom demais, né? A parte mais assustadora da responsabilidade? Quando você pode tudo e a deixa escorrer por entre seus dedos..."
Responsabilidade é realmente uma merda. Infelizmente, uma vez que você passa da fase dos aparelhos e da primeira punhetinha, a responsabilidade não vai embora. Ou alguém nos força a encará-la ou então sofremos com as conseqüências. E, ainda assim, ser adulto tem seus pontos altos. E eu falo dos carros, do sexo e da falta dos seus pais te dizendo o que fazer. Isso é muito, muito bom!"
Responsabilidade é realmente uma merda. Infelizmente, uma vez que você passa da fase dos aparelhos e da primeira punhetinha, a responsabilidade não vai embora. Ou alguém nos força a encará-la ou então sofremos com as conseqüências. E, ainda assim, ser adulto tem seus pontos altos. E eu falo dos carros, do sexo e da falta dos seus pais te dizendo o que fazer. Isso é muito, muito bom!"
sexta-feira, 2 de julho de 2010
Sobre momentos
Se existe uma coisa que te pega de surpresa são pequenos instantes. Pequenos instantes que você daria tudo, para sempre, ao menos poder lembrar. Às vezes isso acontece comigo, me esforço o máximo para lembrar de alguns instantes mas não consigo, e a cada dia que passa as imagens vão se tornando mais e mais vagas, menos nítidas. Acho que esse é o real sentido da expressão "tudo passa".
O medo nesses instantes também se faz presente. Seria leviano se ousasse a falar de que, de várias coisas, de tudo, talvez do novo, talvez de mostrar-se. Eu disse talvez?
O que me alivia é a certeza. Sei que dessa vez fiz o certo, e não estou disposto a concessões. As regras, sou eu quem faço.
“Eu não tenho idéia porque a gente fica adiando as coisas, mas se eu tivesse que chutar, diria que tem muito a ver com o medo. Medo do fracasso. Medo da dor. Medo da rejeição. Seja lá do que a gente tenha medo, uma coisa é sempre verdade: com o tempo, a dor de não ter tomado uma atitude fica pior do que o medo de agir”
O medo nesses instantes também se faz presente. Seria leviano se ousasse a falar de que, de várias coisas, de tudo, talvez do novo, talvez de mostrar-se. Eu disse talvez?
O que me alivia é a certeza. Sei que dessa vez fiz o certo, e não estou disposto a concessões. As regras, sou eu quem faço.
“Eu não tenho idéia porque a gente fica adiando as coisas, mas se eu tivesse que chutar, diria que tem muito a ver com o medo. Medo do fracasso. Medo da dor. Medo da rejeição. Seja lá do que a gente tenha medo, uma coisa é sempre verdade: com o tempo, a dor de não ter tomado uma atitude fica pior do que o medo de agir”
quinta-feira, 1 de julho de 2010
Sobre estar insuportável
Em toda essência Stevens
Porque há desejo em mim, é tudo cintilância.
Antes, o cotidiano era um pensar alturas
Buscando Aquele Outro decantado
Surdo à minha humana ladradura.
Visgo e suor, pois nunca se faziam.
Hoje, de carne e osso, laborioso, lascivo
Tomas-me o corpo.
E que descanso me dás
Depois das lidas.
Sonhei penhascos
Quando havia o jardim aqui ao lado.
Pensei subidas onde não havia rastros.
Extasiada, fodo contigo
Ao invés de ganir diante do Nada.
Porque há desejo em mim, é tudo cintilância.
Antes, o cotidiano era um pensar alturas
Buscando Aquele Outro decantado
Surdo à minha humana ladradura.
Visgo e suor, pois nunca se faziam.
Hoje, de carne e osso, laborioso, lascivo
Tomas-me o corpo.
E que descanso me dás
Depois das lidas.
Sonhei penhascos
Quando havia o jardim aqui ao lado.
Pensei subidas onde não havia rastros.
Extasiada, fodo contigo
Ao invés de ganir diante do Nada.
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