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sábado, 28 de abril de 2012

O que me chama atenção






O que me chama atenção nas fotos com certeza não é o vestido, nem as modelos, nem o brinde...

quinta-feira, 26 de abril de 2012

Apenas uma frase... um pedido.

A maioria de pessoas como eu cresceu como completos estranhos. Enquanto as outras crianças brincavam na rua, ficávamos no quarto, estudando, memorizando a tabuada, a tabela periódica, debruçados por horas sobre os nossos livros, fazendo os primeiros simulados para o vestibular. Imagine como ficamos aliviados e surpresos quando crescemos e descobrimos que há outros  tão estranhos quanto nós... os mesmos livros, simulados, mesma vontade de entender a raça humana.
Ninguém escolhe ser esquisito. A maioria nem percebe que é esquisito até ser tarde demais para mudar. Mas não importa o esquisito que você acabe sendo... As chances são de que ainda existe alguém para você. A não ser que tenham seguido em frente. Porque quando se trata de amor... nem os esquisitos podem esperar pra sempre.

quarta-feira, 25 de abril de 2012

W E S T R E M

"mundo mundo, vasto mundo, se me chamasse Raimundo, seria uma rima e não uma solução..." (Carlos Drummond de Andrade).



Como a Terra pode ser um ovo se ela é o quinto maior planeta do sistema solar (de 11) , pesa 6 586 242 500 000 000 000 000 de toneladas e possui um volume de 1 083 319 780 000 quilômetros cúbicos? Passei boa parte do tempo me fazendo exatamente esta pergunta, e cheguei a seguinte conclusão: sim, talvez a Terra seja um ovo. O ovo é uma espécie de esfera "ovalada", a maior célula que se tem conhecimento e ao mesmo tempo algo muito "pequeno". As probabilidades de eu morando em outro estado, em outra realidade e em outro momento conhecer a mesma pessoa que você é praticamente insignificante. E pasmem, isso aconteceu. Não que eu tenha algo a ver com isso, não é da minha conta... mas também conheço pessoas, pessoas boas e pessoas que ainda necessitam evoluir... não sou perfeito, não devo ser seguido como modelo de nada, enfim, falei sobre algo que não me diz respeito, não tenho nada haver com isso, apesar de me importar muito SIM...



segunda-feira, 23 de abril de 2012

Cicatrizes

Tudo que vivemos, deixa marcas que chamamos de cicatrizes. Um arranhão, um corte, uma luta, uma batalha e não raramente uma guerra. Pessoas sensíveis possuem cicatrizes mais evidentes, e isso não quer dizer que elas são fracas, quer dizer que são guerreiras, que passou por muita coisa e sobreviveu a tudo.
Tenho cicatrizes, já passei por muita coisa, cresci em meio tudo isso,me tornei uma pessoa melhor, e estou longe de estar completo, me falta muita coisa, tenho ciência sobre isso. Dentre todas essas cicatrizes algumas me fazem tremer, ficar paralisado, atônito. Exemplo disso é o medo.
Possuo vários medos, alguns bem engraçados por sinal e outros nem tanto. Medos que se fazem presente a todo instante e se manifestam em instantes bem impróprios como agora.
Seguir em frente com cicatrizes é sinal de vitória, mas o medo faz questão de lembrar o que pode acontecer lá fora.
Tenho medo que as pessoas optem pelas possibilidades, enquanto estou longe, enquanto me refaço. Você saiu e voltou e saiu novamente e voltou mais vez e saiu de novo. Durante todo esse tempo estive no mesmo lugar. Então eu saí, arrisquei conhecer lugares novos para estar e saí. E quando você sinalizou voltar mais uma vez eu não estava onde costumava ficar.
Quero seguir em frente sem ter que olhar para trás, mas não consigo. Me sinto mal ao conversar com alguém e saber que esse alguém não é nem de perto com o alguém que eu queria que fosse. Sempre, em cada piada que me contam, olho pra trás pra ver se você está sorrindo também.
Então, eu tenho medo do que pode acontecer, tenho medo de estar longe e tenho medo de estar perto, de lembrar que a qualquer momento você pode sair novamente sem se importar em como vou ficar. Tenho cicatrizes, sobrevivi a isso, tenho marcas, que ainda, as vezes, doem. Nesses momentos, fecho os olhos e lembro do quão é bom a sua presença.
Talvez esteja divagando, mas enfim, tenho medo das possibilidades, tenho medo de ficar parado, e esse é um daqueles momentos em que o medo me faz ficar parado, estático, atônito.
Tudo que vivemos, deixa marcas que chamamos de cicatrizes.

sábado, 21 de abril de 2012

Eu não gosto de meninos. Histórias que gostaria de ter visto antes...

O vídeo fala por si só, realmente gostaria de ter visto essas histórias antes. Vale a pena refletir e tomar aquela decisão de parar de adiar ...
Parece que o curta do post anterior não teve sucesso no seu carregamento, entçao segue o link dele no youtube...

http://www.youtube.com/watch?v=W_MfbPH7oXs

sexta-feira, 20 de abril de 2012

Café com leite

Continuando com os curtas, o Café com leite é bem especial. Talvez isso aconteça com a maioria dos casais, e até um pouco mais. O sentimento existe, mas as pessoas em algum momento acabam se desencontrando. E afinal por que isso acontece, o desencontro? Alguns por força da vida, outros por causa da velha história de "cada um ter seu tempo", alguns porque não percebem de verdade quem está ao seu lado. No meu caso, bem no meu caso... "sei lá".
"Você disse? Eu te amo, não quero nunca viver sem você, você mudou a minha vida... Você disse? Faça um plano, trace um objetivo, batalhe por ele. Mas agora e sempre, olhe em volta e absorva. Por que é isso. Tudo pode desaparecer amanhã." Talvez isso faça sentido agora. Sem mais delongas, Café com leite...

quinta-feira, 19 de abril de 2012

Amores adolescentes

Curtas

Estou em uma fase de procurar, analisar e curtir curtas... tenho 3 que em especial gostei bastante. Nos próximos três dias, a partir de hoje, irei posta-los, sempre um por dia. O primeiro diz respeito a uma linda história de amor, coisa de adolescente mesmo. A segunda traz um drama, particularmente e por histórico, sou especialista nesse assunto e achei esse drama simplesmente perfeito. O terceiro curta é uma série de depoimentos interligados que tratam sobre várias óticas e experiências de um mesmo assunto, acho que caberia uma senhora reflexão sobre o tema (que o próprio curta tratará de revelar a sua essência). Enfim um comentário sobre o primeiro curta e a seguir o mesmo.

quarta-feira, 18 de abril de 2012

segunda-feira, 16 de abril de 2012

Lindo e dolorido

... e às vezes dói tanto que até respirar é difícil...

O que estamos fazendo?

Obs: Qualquer semelhança não é mera coincidência...

Tinha deixado o drama um pouco de lado. Alguns disseram que isso era bom, outros falaram que era a minha essência, essa coisa meio maluca e dramática... intensa por demais. E de fato, seria um desperdício deixar isso de lado, de vez. Diria que as grandes obras de Picasso, Nelson Rodrigues, Nietzsche e tantos outros só prosperaram por causa dessa intensidade, dessa coisa de "estar novamente passando por uma fase sombria e mal resolvida".
Sou um tanto que imediatista, de imediato. A vida insiste em me fazer aprender a esperar e eu insisto em acreditar naquilo que tenho nesse momento. Mais ou menos por aí, estou certo de que acredito naquilo que tenho nesse momento. Não venha me dizer que é apenas coisa de minha cabeça, sei disso, sei que não passa de "coisas da minha cabeça", mas essas coisas não surgiram por mera obra do acaso.
Poderia citar Drummond " a dor é inevitável, o sofrimento opcional". De fato, nem dor nem sofrimento. Como poderia descrever isso então... não saberia faze-lo e ser fiel ao mesmo tempo. É como se fosse um turbilhão de coisas ao mesmo tempo. Só hoje conseguir ir da Agricultura de precisão até essa coisa toda em um piscar de olhos, foi como que automático, inevitável. Quando menos percebi, já estava lá, pensando e fantasiando isso tudo. Citando Nietzsche " o fantasioso nega a verdade para si mesmo; o mentiroso apenas para os outros.", me pergunto, me encaixo em uma dessas categorias? Não tenho certeza se em todos esses anos existiu de fato alguma verdade ou apenas acreditei em alguma coisa quando todos diziam o oposto.
Sou dramático. Sou imediatista, acredito naquilo que tenho, agora é a sua vez, responda se puder: o que tenho agora? O que estamos fazendo?

sexta-feira, 13 de abril de 2012

quarta-feira, 11 de abril de 2012

Falta

Ultimamento acordo prosseguindo com a vida. Vivendo um dia de cada vez, sem pressa, a passos largos. Querendo tudo aquilo que nunca terei, esperando por aquilo que nunca vai chegar. Esperei muito tempo pelo momento ideal e ele nunca chegou, e não chegará. Acabo deduzindo que momentos especiais não existem de fato, eles são inventados pelo homem para um acontecimento esperado, inusitado ou nem tanto. Fecho os olhos e revivo, revejo os meus "momentos especiais", eles me fazem flutuar, me fazem querer acreditar novamente, me fazem mal. Me fazem ficar pensando no que poderia ter acontecido, no que aconteceria se eu... Não quero pensar no que poderia ter acontecido, quero VIVER o que poderia ter acontecido, quero que aconteça.
Sinto falta de braços e abraços, de beijos e conversas, de amor e sexo, de alegria e raiva. Sinto falta de alegria sim, de felicidade não. Sinto falta de álcool e cigarros, sinto falta daquilo que tenho, que tive e que terei. Sinto falta da expectativa do futuro e da vivência do presente. Sinto falta de acordar, de passar o dia e de dormir. Sinto falta de tudo e do nada. Sinto falta da admiração durante o sono, olhos cerrados bem abertos, de ouvir a respiração bem de perto, vários dias consecutivos, todos os dias consecutivos, toda vida consecutiva.
Momentos iguais em tempos diferentes, tempos iguais em momentos diferentes. Encontros e desencontros, desencontros e encontros. Tudo que você tem que fazer é dizer sim. SIM.
Sinto falta de você. Tem dias em que a saudade bate, e nesses dias até respirar é difícil.

Nova fase

Reativando o blog... agora com postagens regulares, precepções, sentimentos, sensações e tudo mais inerente a natureza de um homem tão singularmente comum...