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quarta-feira, 27 de maio de 2009

Nave, em um dia muito especial

Mais uma vez vamos de Renata Arruda, só pra comemorar. Não é nada demais pra você, caro leitor, mas tenha certeza é de fato pra mim. Há alguns dias postei algo sobre a liberdade, de como o ser humano necessita de algo para se prender para se escravizar. De fato isso tudo tem lá seu fundo de verdade, mas como todo homem, como todo ser humano, sou obrigado a rever meus conceitos, e revendo sobre a liberdade, até que ela não é tão mal assim, e nem que seja só por hoje, só por esse instante de tamanho extase, de tamanha sublimidade: VIVA A LIBERDADE!

Vou subindo pro espaço,
nossa nave eu que faço,
meteoros e cometas vem te visitar,
vou perdendo a gravidade,
tá tão leve essa cidade,
quase dá pra carregar,
só não me chama, que eu não quero acordar,
não me chama, que eu não quero acordar.
Não tem fome nem sede,estrelas cai nessa rede,
e a pressa, vai tão devagar.
Não tem fome nem sede,estrelas cai nessa rede,
e a pressa, é tão devagar,
contagem regressiva no colchão,
a terra cabe na minha mão,
já não tem chão pra pisar, eu não quero acordar.
Só não me chama,que eu não quero acordar,
não me chama, que eu não quero acordar,
só não me chama que eu não quero acordar,
não me chama, que eu não quero acordar.
Vou subindo pro espaço,
nossa nave eu que faço,
meteoros e cometas vem te visitar,
vou perdendo a gravidade,
tá tão leve essa cidade,
quase dá pra carregar,
só não me chama, que eu não quero acordar,
não me chama, que eu não quero acordar,
só não me chama, que eu não quero acordar,
não me chama, que eu não quero acordar.

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