Seria muito mais fácil utilizar uma dose de cianeto, seria pá pum. Ou quem sabe uma seringa cheia de ar na carótida, seria doloroso mas tbm ia ser tire queda, método infalível. Travesseiros no meio da noite, como a mão que balança o berço. Já sei, um 38, ao menos está ao seu alcance não seria problema, e se fosse em noite de São João o crime perfeito, sem vestígio algum. Poderia pensar tbm em importação de armas nucleares, entraria pra história, poderia negociar com os EUA ou o Irã. Facadas, jeito meio tosco mas tão eficiente quanto. Enterrado vivo seria muito cruel? Ou então quem sabe me atirar pela janela do... segundo andar, não acho que não seria fatal, mas poderia ser sim. Que tal amarrar-me na linha de trem para o trem passar por cima, pelo menos sabemos que nas cidades não existem Cavaleiros do deserto. Um acidente seria legal. Que tal legítima defesa? É isso um afogamento, teoricamente como eu não sei nadar então ninguém iria desconfiar de um cadáver boiando... Mortes acontecem todos os dias, sejamos responsáveis por elas ou não, vão continuar acontecendo. O sentimento ligado a ela depende do ponto de vista: dor para quem fica, alívio para quem vai.
Podemos ser responsáveis por milhares de mortes, podemos causar milhares de mortes, isso sempre será perdoado. O que não é perdoado é causarmos dor na hora da morte.
Para o bem da vida eu não estou morrendo, estou mais vivo do que nunca, como dizem vaso ruim não se quebra...
Estou aqui, me re_e_fazendo, me re_e_colando os caquinhos. Já pisou, já esmagou, já curtiu, já usou, já esnobou, o que falta fazer ainda? Já posso pedir uma pele mais dura ou devo esperar um pouco de compaixão? O silêncio é a melhor arma, é a que causa mais dor e mata mais lentamente.

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