A questão toda não gira em torno do que se deixa de viver com nossas escolhas, mas o que estamos dispostos a viver, o futuro não é incerto nós o fazemos. Caso queira olhar por um outro ângulo, basta se lembrar da seguinte fala: "o que temos em tanto tempo? Apenas essa montanha." E aí, o que nós temos? Resposta cuja qual não consigo encontrar. Talvez muitas coisas não esteja tão claras, talvez não faça o mínimo sentido pra você, mas por trás, existe muita coisa contida, então repito, e dessa vez faça um esforço e procure entender, porque... porque... sei que você não é fechado: so pick me, choose me, love me. So pick me, choose me, love me.
Especialmente agora me sinto totalmente vulnerável, talvez encontre um adjetivo melhor: frágil e inseguro, totalmente desarmado, novamente pego de surpresa. E acredite, tenho motivos para isso. Não me importa aquilo que é feito, sou adepto daquele dito: "seu juízo seu mestre", mas como sabido, isso me irrita e me deixa mal, isso me faz mal. E só pra constar, isso também dói.
Não me sinto rodeado por água fria, pensei que fosse ficar desse jeito, mas vejo que não. Não estou soltando fogos, e sim estou chateado como qualquer mortal ficaria, o único ponto que pega é que eu não sou qualquer mortal, o único ponto que pega é que eu não sou mortal. Nada nem ninguém... afinal de contas, hoje é dia das bruxas, e como todo mundo também tenho meu lado mal.
Essa é a beleza... teco...simples assim.

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